Agronegócio e ESG - Luiz Goi Júnior - Instituto Brasileiro de Sustentabilidade - INBS

Como o ESG pode trazer competitividade ao AGRO brasileiro

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ESG no Agro – O agronegócio brasileiro vem crescendo ano após ano. Seja pelo custo das exportações ou pelos recordes nas safras, o setor vem desequilibrando as balanças comerciais e gerando um superávit considerável, impactando diretamente no PIB (Produto interno Bruto).

Sabemos que esse crescimento tem um questionamento frequente, principalmente por conta dos impactos causados ao clima pelo agronegócio. Entende-se ainda, que se faz necessário entender alguns pontos importantes para que possamos entender onde a agenda ESG pode e deve auxiliar para o desenvolvimento do AGRO nacional de forma sustentável e alinhada às boas práticas.

O alimento brasileiro vem da agricultura familiar – Segundo pesquisas do IBGE, 70% dos alimentos que estão na mesa dos brasileiros vem da agricultura familiar. Normalmente, esses alimentos são os cultivados pelo pequenos e médio agricultores que abastecem suas famílias e o que excede sua necessidade, são vendidos. Diante disso, o fato de termos uma necessidade urgente de alinhar as atividades do AGRO brasileiros relacionando-as de forma simples às agendas ESG impacta diretamente a segurança alimentar e por isso, muitas medidas precisam ser tomadas com foco no auxílio desse agricultor.

O campo precisa de digitalização – O incentivo para digitalizar o campo deve ser uma demanda prioritária. Isso porque a melhora do monitoramento ajuda a reduzir os desperdícios, o uso de aplicação de defensivos contra pragas e também aumenta a produtividade. A chegada de metodologias digitais para o agricultor de pequeno e médio porte, além de reduzir os impactos ao meio ambiente, cria competitividade e aumenta a proteção contra riscos ligados ao desabastecimento de alimentos.

Informação e desburocratização – Outro ponto que precisa de alinhamento é o acesso à informação e a desburocratização legislativa para o melhor entendimento dos pequenos e médios do agronegócio. Muitos dos agricultores brasileiros de pequeno porte não atuam em melhores práticas ESG por falta de conhecimento ou pela complexidade em alinhar as demandas relacionadas a burocracia das leis federais, estaduais, municipais e internacionais. Tudo isso, cria uma complexidade que vai além do acesso ao conhecimento do homem do campo e com isso, as práticas de produção permanecem as mesmas por muitos e muitos anos. A chegada de informações de boas práticas ESG deve ser frequente e a revisão da legislação também precisa ser alvo de avaliação periódica. Somente assim o agro brasileiro conseguirá evoluir em suas práticas e também entender a importância do cultivo sustentável.

Rastreamento de origem no agro – A competitividade também é um ponto importante para que o agro brasileiro possa ser mais sustentável, principalmente quando falamos de pequenos agricultores. O fomento à prática do consumo da agricultura familiar vem crescendo pouco a pouco em nosso país e com isso, alguns questionamentos começam a surgir (principalmente os relacionados à origem dos produtos). Para que essa prática se desenvolva é importante que a rastreabilidade dos insumos, monitoramento das áreas de plantio e produtos utilizados para o cultivo estejam devidamente rastreados e suas informações disponíveis para o consumidor. Essas práticas, farão com que os produtos tenham maior competitividade e assim, trarão maior fidelização ao cliente nacional e internacional.

Boas práticas ambientais, sociais e de governança – Além de todo um processo de reestruturação empresarial ao agro, se faz necessário também levar ao agronegócio familiar boas práticas relacionadas as questões ESG. A importância do controle e os impactos das emissões de gases de efeito estufa, a importância do cuidado social com os colaboradores envolvidos no processo agrícola relacionado a legislação trabalhista e boas práticas de governança, principalmente ligados à transparência de gestão, sucessão familiar organizada e também prestação de contas, poderão auxiliar o agro a obter mais investimentos com melhor custo e ainda, reduzirão os impactos do campo aos riscos futuros da mudança climática.

O Brasil tem em seu povo um grande poder de inovação, transformação e desenvolvimento de resultados eficientes. A agenda ESG é uma ferramenta que poderá auxiliar o pequeno e médio agricultor a tornar seu processo mais preparado e robusto e com isso, trazer a mesa do brasileiro produtos seguros, confiáveis e com custos atrativos.

Durante o FestQuali Paraná (maior evento de qualidade da américa latina), no dia 09 de novembro de 2022, foi oficialmente fundado o instituto ESG NO AGRO, em uma super live realizada de forma hibrida, onde dois dos sócios Evandro Vieira Ribeiro e Luiz Goi escutaram as demandas e sugestões de especialistas em relação ao tema.

O propósito do instituto ESG no AGRO é levar informação relevante, confiável e de qualidade para os pequenos e médios produtores rurais, quanto a essas boas práticas ESG através dos mais de 400 profissionais devidamente selecionados através da curadoria, trazendo assim competitividade e eficiência ao produtor de forma sustentável.

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